Amor é Químico! Cientistas comprovam isso em pesquisa.

Quando se trata de amor, todo mundo diz que o certo é seguir seu coração. Você ficaria surpreso em saber que na verdade o melhor é seguir seu cérebro. Uma recente pesquisa descobriu que, na verdade, o amor é químico. Apesar da compatibilidade de signos, outros fatores fisiológicos interferem nas sensações do corpo.

Quando você encontra a “pessoa certa”, seu cérebro envia uma resposta química para seu corpo. É uma espécie de coquetel de neurotransmissores – substâncias relacionadas às sensações – que faz você se apaixonar. Os “cupidos químicos” são na verdade ocitocina, dopamina e o opiáceo.

Todas essas substâncias agem diretamente no sistema de recompensa do cérebro. Essa é a parte do cérebro responsável por definir o que é “bom” e o que é “ruim”. O problema é que esses “cupidos químicos” fazem o sistema de recompensas do cérebro ser especialmente conectado ao parceiro.

O Amor é Químico

A oxitocina é conhecida como hormônio do amor. Ela é responsável pela conexão entre a mãe e seu bebê recém-nascido; além de ser responsável pela sensação de empatia que temos pela pessoa amada – e também para produzir o prazer do orgasmo.

Já a dopamina é responsável pela sensação de prazer – além do controle do movimento e da memória. Para você ter uma ideia, drogas psicoativas – como a cocaína – ou o sexo liberam dopamina no sistema nervoso.

Os opiáceos são responsáveis pelos sentimentos de conforto e prazer. Opiáceos também são encontrados em derivados de ópio e drogas sintética mas são sintetizados naturalmente no cérebro no ato sexual.

Ainda duvida que o amor é químico?

Veja como tudo funciona

amor é químico

Na próxima vez que a pessoa amada aparecer, seu sistema de recompensas vai se ativar. É quase um vício em ficar apaixonado. A partir do momento que a conexão é criada nós queremos ficar perto da pessoa amada não apenas pela atração química mas também pela sensação de abstinência gerada pela ausência.

Apesar de nós seres humanos dependermos menos de feromônios do que outros animais, os cientistas sabem que encontrar alguém especial tem a ver com as substâncias químicas que a pessoa libera.



Mas acalme-se, o soro da paixão ainda está longe de ser desenvolvido. Os cientistas não conseguem isolar as substâncias químicas ou os feromônios exatos para gerar os sentimentos. Principalmente porque as reações de cada indivíduo podem ser diferente. Os cientistas podem medir as substâncias mas a partir do momento que entram nas vias respiratórias tudo fica mais complicado.

Até agora já descobriram que os hormônios gerados pelo suor masculino podem interferir no ciclo menstrual das mulheres – o que é meio nojento, mas já é um começo.

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